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A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde que preconiza a organização de uma rede de cuidados materno-infantil, estabelecida pela Portaria nº 1.459, de 24 de junho de 2011. Seu objetivo é que a mulher tenha acesso à atenção no planejamento sexual e reprodutivo na gestação, garantindo, atenção humanizada na gravidez, parto e puerpério, e ao recém-nato até o segundo ano de vida, assegurando o direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudáveis.

As ações são executadas pelos estados e municípios – na lógica da descentralização do SUS – que aderem às estratégias nacionais para o recebimento dos recursos reservados pelo Ministério da Saúde, tanto nas ações da atenção primária como na rede hospitalar, principalmente, relacionada a qualificação de leitos.

A atenção às gestantes e aos bebês compreende a criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres, com medidas direcionadas a regiões com maior relevância epidemiológica e maior carência por serviços de assistência à mulher e à criança, como também em regiões com grande concentração populacional e em locais que já desenvolvem experiências de sucesso no atendimento humanizado e seguro a mulheres e crianças.

► Acesse o Portal da Rede Cegonha.

Em Santa Catarina, o trabalho de implantação da Rede Cegonha teve início 2011, contando com representantes da Secretaria de Estado da Saúde, das Gerências Regionais de Saúde, do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina e do Conselho Estadual de Saúde.

A partir de agosto de 2013, Santa Catarina passou a contar com 16 Planos de Ação da Rede Cegonha aprovados pelo Ministério da Saúdeno âmbito do Sistema Único de Saúde, sendo a primeira Rede de Atenção à Saúde com cobertura estadual integral e a primeira Rede Cegonha com cobertura estadual no Brasil, com investimento anual em recursos para custeio que ultrapassam R$ 26 milhões.

► Acesse o Portal do Governo de Santa Catarina.

Os 295 municípios catarinenses aderiram a Rede Cegonha com o compromisso de garantir acesso e qualidade na atenção a saúde materno- infantil. Os compromissos no âmbito da Atenção Básica envolvem o planejamento sexual e reprodutivo, a atenção ao pré-natal, ao puerpério e ao recém nascido.

No âmbito da Média e Alta Complexidade, Santa Catarina conta com 20 referências distribuídas nas 16 regiões de saúde do Estado, que ofertam 118 leitos qualificados para Gestação de Alto Risco, 50 leitos de UTI Adulto, 122 leitos de UTI Neonatal, 62 leitos em Unidades Cuidados Intermediários Neonatais, 13 leitos em Unidades de Cuidados Neonatais na modalidade Canguru e 2 Casas de Gestante Bebê e Puérpera, habilitados e ativos. Novos leitos e serviços para ampliação da Rede Cegonha nas diversas regiões já estão habilitados pelo Ministério da Saúde na dinâmica das Redes de Atenção à Saúde.

Hospitais contemplados:

Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira – Chapecó

Hospital Azambuja – Brusque

Hospital e Maternidade São José – Jaraguá do Sul

Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos – Lages

Hospital Governador Celso Ramos – Florianópolis

Hospital Hélio dos Anjos Ortiz – Curitibanos

Hospital Marieta Konder Bornhausen – Itajaí

Hospital Materno Infantil Santa Catarina – Criciúma

Hospital Municipal Ruth Cardoso - Balneário Camboriú

Hospital Nossa Senhora da Conceição – Tubarão

Hospital Regional Alto Vale – Rio do Sul

Hospital Regional de Araranguá – Araranguá

Hospital Regional Hans Dieter Schmidt – Joinville

Hospital Regional Homero de Miranda Gomes – São José

Hospital Regional São Paulo – Xanxerê

Hospital Regional Terezinha Gaio Basso – São Miguel do Oeste

Hospital Santo Antônio – Blumenau

Hospital São Francisco – Concórdia

Hospital São José – Criciúma

Hospital São Vicente de Paulo – Mafra

Hospital Universitário – Florianópolis

Maternidade Carmela Dutra – Florianópolis

Maternidade Darcy Vargas – Joinville

Maternidade Dona Catarina Kuss – Mafra

Maternidade Jaraguá – Jaraguá do Sul

pdf Rede Cegonha