Conselho Estadual de Saúde

ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE

 

LOCAL: Sala de Reuniões do CES - Rua Esteves Júnior, 160 - 8º Andar - Centro - Florianópolis


DATA : 09/05/01


HORÁRIO: 14:00 horas

PRESENTES

CONSELHEIROS TITULARES:
João José Cândido da Silva(SES)

Silvana Maria Pereira (Associações Profissionais Áreas da Saúde)

Norival Silva (SES)

Walter Sérgio Teske (IPESC)

Telma Rodrigues Li (Comissões Direitos Humanos e Cidadania)

Fátima Terezinha Pelachini (Org. Religiosas)

Ronald Ferreira dos Santos (Sind. Profissionais Saúde)

Marilene Rossoni (Trabalhadores Urbanos)

Gilson Pinheiro do Amaral (Associações Moradores)

Magda Duarte dos Anjos Scherer (Movimentos Sociais Populares)

Jânio Silva (Sindicato Profissionais Área Saúde)

Osvaldo de Oliveira Maciel (Trabalhadores Urbanos)

Abel Just (Associações Patronais Ligadas à Agricultura)

Rubens Fernando S. de Andrade (Patronais Ligadas a Comércio/Serviços)

Júlio César Marchi (Associações Profissionais Área da Saúde)

Geraldo Swiech (Sindicato Profissionais Área Saúde)

Herculano Carlos Claumann (Trabalhadores Rurais)

Braz Vieira (FEHOESC/SC)

Tânia Maria Crescêncio (Conselhos Regionais Área da Saúde)

Canísio Isidoro Winkelmann (AHESC)

Carlos Alberto Landerdahl (Associações Profissionais Área da Saúde)

CONSELHEIROS SUPLENTES:

Jocélio Voltolini (SES)

Maria Isabel Vargas Cunha (Conselhos Regionais Área da Saúde)

Gelson Luiz Albuquerque ( Associações Profissionais Área da Saúde)

 

DOCUMENTOS EXPEDIDOS E RECEBIDOS

Ofício da Divisão de Convênios e Gestão/MS/SC Nº484, justificando a ausência de seus representantes;

Ofício nº89/2001, da AHESC/FEHOESC, solicitando informações a respeito do endividamento da rede hospitalar, do recadastramento dos estabelecimentos de saúde prestadores de serviços, da carta ao usuário do SUS e a construção do Hospital Regional de São Miguel do Oeste;

Justificativa de ausência do conselheiro Jorge dos Passos Corrêa Cobra.

DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS

  • A Reunião Extraordinária do Conselho Estadual de Saúde teve início às 14:20 horas, sob a presidência de João José Cândido da Silva, com a presença dos conselheiros acima nominados.. A pedido do conselheiro Norival e aprovado pela plenária, houve inversão da pauta, iniciando pela Agenda Catarinense de Saúde.

    ITEM I - AGENDA CATARINENSE DE SAÚDE
    A gerente de Planejamento em Saúde, Selma, colocou que a Portaria 393/MS, de 29/03/01, aprovou a Agenda Nacional de Saúde, deliberando que os Estados e Municípios deverão elaborar suas agendas nos moldes da Nacional. Citou que a Agenda Nacional propõe seis eixos prioritários de intervenção, quais sejam: 1) Redução da Mortalidade Infantil e Materna, 2) Controle de Doenças e Agravos Prioritários, 3) Melhoria da Gestão, do Acesso e da Qualidade das Ações de Serviços de Saúde, 4) Reorientação do Modelo Assistêncial e Descentralização, 5) Desenvolvimento de Recursos Humanos do Setor Saúde, e 6) Qualificação do Controle Social. Disse que, a partir dessa Portaria, foram feitas reuniões com representantes de todas as áreas da SES para composição da Agenda Estadual, chegando-se a uma proposta final. Colocou que foi respeitado o modelo da Agenda Nacional, bem como os eixos prioritários, sendo acrescidos e adequados alguns objetivos, conforme consta da planilha, em anexo. Acrescentou que os municípios terão um prazo para elaborarem suas agendas, e que isso segue a NOAS no que se refere ao desenho do Plano Diretor de Regionalização, Habilitação dos Municípios, pois os planos deverão conter as agendas e as metas municipais agregadas à Agenda Estadual. Após exposição e discussão em plenária sobre o primeiro eixo da agenda - Redução da Mortalidade Infantil e Materna, a conselheira Telma solicitou que fosse registrado em ata que o Sistema de Informação sobre Mortalidade deve ser descentralizado, assim como todos os estados estão possibilitando que os municípios trabalhem com a sua base de dados.
  • A servidora Heloisa Peixoto, da Gerência de Estatísticas e Informática esclareceu que o processo de descentralização desse sistema iniciou ano passado com treinamentos, tendo sido treinadas 15, das 18 Regionais de Saúde. Acrescentou que Santa Catarina é considerado pelo Ministério modelo no Sistema de Informação de Mortalidade. Disse que foram dadas vagas para todos os municípios-sede das Regionais, e que agora estão iniciando o treinamento dos municípios maiores, acrescentando que está disponibilizando treinamento para o município de São José, e que estão aguardando contato para executá-lo.
  • O conselheiro Norival colocou que a agenda não estabelece meta quantitativa, e que esta será detalhada no Plano Estadual de Saúde que vai se originar da Agenda.
  • O Presidente acrescentou que a junção dos Planos Municipais de Saúde formará o Plano Estadual, e que a construção da PPI se dará nos parâmetros definidos pelo CES.
  • A gerente Selma relatou as alterações do primeiro eixo da agenda sugeridas pelo plenário, tendo sido aprovadas conforme segue e conforme consta do anexo: item I e II, no objetivo e indicador ao invés de taxa, leia-se coeficiente; item V, no objetivo leia-se: Reduzir fatores de risco para contaminação da água de mananciais, bem como para o abastecimento para consumo humano; no programa/responsabilidade acrescentar DVS. Foi acrescentado mais um item tendo como objetivo: Estabelecer cooperação técnica para ampliação do acesso à água tratada; como indicador: Número de famílias beneficiadas com água tratada; como forma de cálculo: Número de famílias beneficiadas; como unidade de medida: Unidade; como base/fonte dados: Municipal, SES/SC, Casan, Funasa; como programa/responsabilidade: DVS/COSAP, Casan, Funasa.
  • O conselheiro Júlio sugeriu que fosse acrescentada no item III uma consulta de puerpério, tendo como indicador o número de consultas por gestação.
  • O Presidente disse que isso seria colocado na carta de recomendação que será feita aos municípios, quando da elaboração de suas agendas.
  • Sendo observado o adiantado da hora para cumprir toda pauta da reunião, o conselheiro Júlio sugeriu que o assunto HEMOSC/CEPON fosse primeiramente levado para debate em reunião com a Comissão de Vigilância em Saúde e Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, para depois trazer ao CES.
  • O Presidente acatou a sugestão, colocou em votação, tendo sido aprovado, e dispensou os representantes do HEMOSC/CEPON.
  • A gerente Selma fez a leitura do segundo eixo da agenda - Controle de Doenças e Agravos Prioritários, salientando que os quatro últimos objetivos são considerados como agravos prioritários em Santa Catarina, e que os objetivos previstos na Agenda Nacional relacionado à Dengue e à Amazônia foram desprezados por não terem vinculação com o Estado.
  • O conselheiro Maciel sugeriu como mais um objetivo desse eixo, a criação de um Programa de Vigilância em Intoxicações.
  • A conselheira Silvana sugeriu que fosse acrescentado como um item, a redução da mortalidade feminina por câncer de mama.
  • Discutido cada item do segundo eixo da agenda, foi aprovado pela plenária com alterações e acréscimo de dois itens como segue: no item XIV como objetivo substituir, Implantar programa de distribuição, por, ampliar a distribuição; como indicador: Proporção de pessoas cadastradas, medicadas e vinculadas à rede de atenção básica; como programa/responsabilidade: Programa de controle de hipertensão arterial e diabetes/CEARS, DIME, Lafesc, COSAP. Foi acrescentado dois itens: 1) tendo como objetivo: Ampliar a vigilância em agravos por substâncias químicas perigosas; como indicador: Incidência de agravos por substâncias químicas perigosas; como forma de cálculo: Número de casos novos de agravos por substâncias químicas perigosas; como unidade de medida: Unidade; como base/fonte dados: SES/SC, DIVE; como programa/responsabilidade: CIT, Gerência de Controle de Doenças/DIVE, COSAP; 2) como objetivo: Reduzir o coeficiente de mortalidade feminina por câncer de mama; como indicador: Coeficiente de mortalidade feminina por câncer de mama; como forma de cálculo: Número de óbitos por câncer de mama por total da população feminina vezes 100.000; unidade de medida: 1/100.000 mulheres; base/fonte dados: SIM, IBGE; programa/responsabilidade: Programa Estadual de Controle de Câncer de Mama, CEPON.
  • A gerente Selma fez a leitura do terceiro eixo da agenda - Melhoria da Gestão, do Acesso e da Qualidade das Ações e Serviços de Saúde, deixando aberto para sugestões.
  • O conselheiro Ronald informou que o conselheiro Geraldo passou para ele a Coordenação da Comissão de Vigilância em Saúde, e convidou os conselheiros presentes para uma reunião dia 29/05 às 14:00 horas na Policlínica de Referência Regional, para discutir sobre a Reformulação da Política Estadual de Assistência Farmacêutica e a Implementação de um Programa de Farmacovigilância no Estado. Sugeriu que, com relação ao item I, do terceiro eixo da agenda, tirasse a palavra genérico deixando apenas, medicamentos.
  • O conselheiro Maciel propôs que no item VI, além de inspecionar a indústria farmacêutica, que exista uma política estadual para incentivar o desenvolvimento técnico e científico.
  • O conselheiro Júlio propôs que a lista de medicamentos genéricos seja encaminhada às sociedades médicas, no sentido de constatar se as drogas são as melhores, se há uma possibilidade dentro dos padrões do SUS de melhorar ou acrescentar alguma droga.
  • A conselheira Magda manifestou preocupação quanto à qualidade dos registros nos sistemas de informação, sugerindo como item da agenda nesse eixo, aumentar ou melhorar o planejamento das ações.
  • O conselheiro Geraldo sugeriu como mais um item, o retorno à gestão pública, dos Hospitais terceirizados.
  • O conselheiro Gelson sugeriu que fossem municipalizadas as instituições hospitalares, hoje sob a gestão do Estado de Santa Catarina, salvo aquelas que podem ser consideradas de referência estadual.
  • Passando para as alterações do terceiro eixo da agenda, ficou aprovado pela plenária o que segue. Item I, como objetivo: Elevar a disponibilidade de medicamentos, priorizando os genéricos para uso nas unidades do SUS; item VI, como objetivo: Ampliar a inspeção em indústria farmacêutica e em farmácias, incluindo as de manipulação; como indicador acrescentar: e nas farmácias; como forma de cálculo, acrescenta em indústrias farmacêuticas: e farmácias; como programa/responsabilidade: PNIFF, DVS/COSAP.
  • Passando para a explanação do quarto eixo - Reorientação do Modelo Assistencial de Descentralização, o conselheiro Geraldo sugeriu que no item VI, o objetivo deveria ser, aumentar a taxa de gastos com a atenção primária e serviços alternativos no gasto total com saúde mental.
  • A conselheira Isabel sugeriu a ampliação da equipe de saúde da família.
  • A conselheira Telma concordou, sugerindo o item: Expandir o Programa de Saúde da Família com atenção à saúde bucal.
  • Após discussão e composição de redação para os itens do quarto eixo, ficou aprovado pelo plenário o que segue. No item II, como objetivo acrescentar: incluindo atenção à saúde bucal; no item VI, como objetivo: Aumentar a taxa de gastos com a atenção primária em saúde mental, reduzindo a taxa de internações no gasto total nesta área; como indicador: Taxa de gastos com atenção primária em saúde mental; como forma de cálculo: Gasto com atenção primária em saúde mental, por gasto total em saúde mental vezes 100.
  • Apresentado o quinto eixo da agenda - Desenvolvimento de Recursos Humanos do Setor Saúde, o conselheiro Gelson propôs os itens l) qualificar auxiliares de enfermagem em técnico em enfermagem, 2) adequar as disfunções funcionais valorizando a formação finalística dos trabalhadores de saúde, 3) recompor o poder de compra dos trabalhadores de saúde.
  • O conselheiro Jânio sugeriu como item: Regularizar a situação dos contratados e terceirizados, abrir concurso público para o setor saúde.
  • O conselheiro Gilson propôs acompanhamento do CES sobre a proliferação de cursos profissionalizantes de técnicos em enfermagem e instrumentadores em saúde, em que o Conselho Estadual de Educação tem papel fiscalizador, mas não acompanha.
  • Após debate entre o Presidente, a Gerente Selma e os conselheiros Jânio e Gilson, definiu-se o texto: Inspecionar os cursos profissionalizantes da área da saúde em nível de 2º agrau.
  • O conselheiro Rubens sugeriu implantação do curso de técnico em farmácia, melhorando a dispensação do produto no balcão.
  • O conselheiro Carlos propôs implementação do Plano de Carreiras, Cargos e Salários em cada nível, conforme recomendação da Legislação do SUS e Lei 9142.
  • O conselheiro Canísio salientou que a política de reajuste é uma outra questão que deve ser vista em outro espaço e não na agenda.
  • Após discussão e reajustes nas proposições, ficou aprovado em Plenário os seguintes itens: 1)como objetivo Capacitar técnicos em farmácia, visando melhorar dispensação do produto; como indicador: Percentual de técnicos capacitados; como forma de cálculo: Número de técnicos capacitados por total de técnicos em farmácia vezes 100; como unidade de medida: percentagem; como base/fonte dados: SES/SC; como programa/responsabilidade: CEDRHUS/DIRH; 2) Realizar concurso público para contratação de trabalhadores de saúde; como indicador: Concurso público realizado; como forma de cálculo: Edital de concurso público; como unidade de medida: Unidade; como base/fonte dados: SES/SC; como programa/responsabilidade: DIRH, COAF; 3) como objetivo: Adequar as distorções funcionais, valorizando a formação finalística dos trabalhadores de saúde; como indicador: Taxa de trabalhadores de saúde em desvio funcional; como forma de cálculo: Número de trabalhadores de saúde em desvio funcional por total de profissionais existentes vezes 100; como unidade de medida: Percentagem; como base/fonte dados: SES/SC; como programa/responsabilidade: DIRH, COAF; 4) como objetivo, Inspecionar os cursos profissionalizantes na área da saúde; como indicador: Taxa de cursos profissionalizantes em saúde inspecionados; como forma de cálculo: Número de cursos profissionalizantes na área da saúde inspecionados por total de cursos profissionalizantes na área da saúde vezes 100; como unidade de medida: Percentagem; como base/fonte dados: SEE/SC, SES/SC; como programa/responsabilidade: CEDRHUS/DIRH, DVS/COSAP; 5) como objetivo, Qualificar auxiliares de enfermagem em técnicos de enfermagem; como indicador: Taxa de qualificação de auxiliares em técnicos de enfermagem; como forma de cálculo: Número de auxiliares de enfermagem qualificados em técnicos de enfermagem por número de auxiliares cadastrados vezes 100; como unidade de medida: percentagem; como base/fonte dados:SES/SC; como programa/responsabiliade: CEDRHUS/DIRH; 6) como objetivo, Implementar os Planos de Cargos, Carreiras e Salários, em cada nível de governo conforme lei 8142/90; como indicador: Número de Planos, Cargos, Carreiras e Salários implementados; como forma de cálculo: Número de Planos de Cargos, Carreiras e Salários implementados por nível de governo; como unidade de medida: Unidade; como base/fonte dados: Municipal, SES/SC; como programa/responsabilidade: DIRH, COAF, GEDUA, CEARS; 7) como objetivo, Propor a recomposição do poder de compra dos trabalhadores de saúde; como indicador: Índice de reajuste salarial do ICV-DIEESE, IPC, INPC; como forma de cálculo: Incidir o índice com base no último reajuste salarial concedido; como unidade de medida: comparação das tabelas salariais; como base/fonte dados: ICV-DIEESE, IPC, INPC; como programa/responsabilidade: DIRH, COAF.
  • Passando para o sexto eixo da agenda - Qualificação e Ampliação do Controle Social, a conselheira Isabel propôs, além de capacitar os conselheiros de saúde, os membros do Ministério Público.
  • O conselheiro Gilson propôs o fortalecimento do controle social.
  • A conselheira Telma sugeriu que fosse colocado como objetivo: Medir a qualificação ou efetivar a qualificação do controle social.
  • O conselheiro Maciel sugeriu expandir os mecanismos de controle social.
  • O conselheiro Júlio sugeriu como item, a Fiscalização do funcionamento dos Conselhos Municipais de Saúde pelo CES.
  • A gerente Selma manifestou-se dizendo que a fiscalização do funcionamento dos Conselhos Municipais é um dos requisitos dentro do Acompanhamento de Gestão.
  • O Presidente sugeriu que fosse usado o termo intensificar a fiscalização.
  • A conselheira Marilene sugeriu capacitar os conselheiros municipais e estaduais no programa de Saúde dos Trabalhadores.
  • Após discussão e ajustes nas alterações e propostas, o Presidente colocou em votação tendo sido aprovado pelo Plenário conforme descrito: item I, como objetivo acrescentar: e membros do Ministério Público, contemplando a saúde do trabalhador; como indicador e forma de cálculo acrescentar: e membros do Ministério Público. Foram acrescentados mais 3 itens: 1) como objetivo: Qualificar o controle social; como indicador: Taxa de Resoluções implementadas na gestão estadual e municipais; como forma de cálculo: Número de Resoluções implementadas por deliberações de rotina dos Conselhos vezes 100; unidade de medida: Percentagem; base/fonte dados: SES/SC, Municipal, CES, CMS’s; programa/responsabilidade: CES, GEDUA/CEARS; 2) como objetivo,Expandir o controle social; como indicador: Taxa de Conselhos Gestores em unidades de saúde do SUS estaduais e municipais; forma de cálculo: Número de Conselhos gestores nas unidades de saúde por total de unidades de saúde vinculadas ao SUS; unidade de medida: Percentagem; base/fonte dados: SES/SC, Municipal, CES, CMS’s; programa/responsabilidade: CES, COAH; 3) como objetivo Intensificar a fiscalização do funcionamento do CMS; como indicador: Taxa de resoluções implementadas: como forma de cálculo: Número de reuniões por ano por número de resoluções dos CMS implementadas vezes 100 ; como unidade de medida: Percentagem; como base/fonte dados: SES/SC, Municipal, CES, CMS’s; como programa/responsabiliade: CES, GEDUA/CEARS.
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    ASSUNTOS GERAIS
  • O Conselheiro Maciel solicitou que fosse lido o documento apresentado à Secretaria Executiva (anexo).
  • O Presidente fez a leitura do documento dizendo que seria digitado e distribuído aos conselheiros na próxima reunião.
  • O conselheiro Jânio reforçou sua solicitação, no sentido de forma uma comissão de Recursos Humanos e Saúde do trabalhador.
  • O Presidente disse que seria feito expediente aos conselheiros, para apresentarem nomes à compor a comissão.
  • O Conselheiro Jânio colocou sobre a denúncia feita do Hospital Celso Ramos relativa à reforma do sexto andar daquela unidade, em que existe um projeto social para tal. Disse que a Diretora de Marketing da RBS procurou-o, e que está havendo, por parte do Diretor do Hospital, tentativa de inviabilizar cada reunião.
  • O Presidente disse que solicitaria uma reunião com o Diretor do Hospital, Diretora de Marketing da RBS, e com a presença do conselheiro para posterior relato.
  • O conselheiro Maciel colocou que como membro da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, está analisando o dossiê do curso de Enfermagem da UNESC/Criciúma, e para tal solicitou fundo para cobrir despesas de viagem, pois pretende fazer inspeção das instalações do referido curso.
  • O conselheiro Gilson solicitou apoio do CES/SES para participar de um curso de Controle Social em Saúde, a realizar-se em Passo Fundo/RS.
  • O Presidente colocou aos conselheiro Maciel e Gilson que fosse apresentado pedido formal para apreciação e aprovação.
  • Definidos como pontos de pauta para a LXXVII Reunião Ordinária do dia 30/05/01 os seguintes:1) Relato da Comissões; 2) Prestação de Contas/Plano de Aplicação; 3) Cartão SUS.
  • Nada mais havendo a tratar, eu, Marcelo Pinter Alves, lavrei a presente ata, que vai assinada por mim e pelo Presidente.
  • Florianópolis, 09 de maio de 2001.