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Nesta segunda-feira, 4, é lembrado o Dia Mundial do Câncer (World cancer Day). A celebração foi criada em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2019, a campanha de utilidade pública busca evitar milhões de mortes a cada ano por meio do aumento da conscientização e da educação sobre a doença, além da pressão sobre governos em todo o mundo para que se mobilizem pelo controle do câncer.

O slogan Eu sou e eu vou é um apelo ao compromisso pessoal e que se traduz no poder que uma ação individual, tomada no presente, tem de impactar o futuro.
Cada um tem o poder de reduzir o impacto do câncer na sua vida, na vida das pessoas à sua volta e no mundo.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa é de cerca de 680 mil novos casos da doença apenas em 2018. Entre homens, os casos de próstata representaram 31% das notificações e entre mulheres, as neoplasias em mamas chegaram a 29,5% das notificações.

Em Santa Catarina, a rede hospitalar conta com cobertura em todas as macrorregionais para o diagnóstico e tratamento do câncer. Estão habilitados os hospitais Marieta Konder Bornhausen (Itajaí); Carmela Dutra, Infantil Joana de Gusmão,Caridade, Cepon, Celso Ramos e Universitário (Florianópolis), São José (Jaraguá) Jeser Amarante, Municipal São José (Joinville), Sagrada Família (São Bento do Sul), São Brasil (Porto União), Nossa Senhora da Conceição (Tubarão), Hospital São José (Criciuma), Regional do Alto Vale (Rio do Sul), Santa Isabel e Santo Antônio (Blumenau), além do Hospital Terezinha Gaio Basso, em São Miguel do Oeste.

Nesta segunda, o INCA promove apresentação de estudo e debate com o tema sobrevivência ao câncer. Baseado numa abordagem qualitativa, o estudo Compreendendo a sobrevivência ao câncer na América Latina: os casos do Brasil, buscou compreender experiências e identificar necessidades de sobreviventes de quatro tipos de câncer: mama, colo do útero, próstata e leucemia linfoblástica aguda (LLA). O objetivo do estudo é subsidiar a formulação de políticas públicas para os pacientes após o término do tratamento.

É hora de firmar um compromisso pessoal pela redução de mortes pelo câncer. Você é parte desta história!