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Na temperatura certa

A inspeção veterinária está reforçando a fiscalização em veículos que entram com alimentos em Joinville. Um dos objetivos é conferir se os alimentos estão armazenados na temperatura recomendada.

Vistoria

Acompanhado de vereadores tucanos, o ex-prefeito Marco Tebaldi visita o PA do Aventureiro e postos de saúde. Todos em fase de construção.

Geral

Problema na estrutura do PS do Infantil
Parte do reboco e de azulejos da fachada do prédio caiu. Entrada foi interditada

Engenheiros analisaram ontem a estrutura externa do Hospital Infantil, em Joinville. Parte do reboco e dos azulejos caiu na madrugada de ontem, na entrada do pronto-socorro. Ninguém se feriu, mas assustou quem estava no local.

Segundo o diretor executivo do hospital, Ademar Marcelo Soares, a manutenção é feita periodicamente. “Foi uma surpresa porque não havia indícios. Nossa preocupação é com a integridade física do paciente. Por isso, isolamos a área”, conta Ademar.

O reboco e o azulejo naquela parte do prédio foram colocados há três anos. Um laudo técnico deve apontar as causas do problema. O objetivo é confirmar se há necessidade de trocar todo o acabamento externo ou apenas refazer a parte que caiu.

O atendimento no hospital não ficou prejudicado. Apenas os pacientes que chegam de ambulância, maca ou cadeira de rodas precisam entrar pela rua Araranguá e usar um elevador para chegar ao pronto-socorro. “Queremos resolver o problema o mais breve possível, mas ainda não há data”, diz Ademar.

A média diária de atendimento no PS é bem acima do que a contratada com o Estado. Hoje, são 200 atendimentos. A média vai além dos 90 previstos.

O HI tem 600 profissionais, dos quais 160 são médicos, além de fisioterapeutas, assistente social, psicólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outros especialistas. Os atendimentos são gratuitos, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Em um ano de administração pelo Hospital Nossa Senhora das Graças, o hospital já atendeu a mais de 44 mil crianças e adolescentes. Hoje, o hospital tem 147 leitos ativados.

Cirurgias cardíacas
A expectativa da direção do HI, até o fim do ano, é de conseguir autorização para fazer cirurgias cardíacas e neurológicas os únicos dois serviços que ainda não foram implantados.

A situação dos casos no Norte
Até agora, 57 pessoas ficaram doentes em 26 cidades da região

A divulgação de um novo boletim epidemiológico em Santa Catarina trouxe novos dados sobre a gripe A na região Norte do Estado. Além das quatro primeiras mortes confirmadas, há sete em investigação – seis em Joinville e uma em Corupá.

Outras 57 pessoas tiveram diagnóstico confirmado da doença, a maioria em Joinville e Jaraguá do Sul. Em toda a região, 611 casos estão sob investigação. O volume também é maior em Joinville e Jaraguá do Sul, as duas cidades mais populosas da região.

Segundo o gerente de saúde da Secretaria de Desenvolvimento Regional, Douglas Machado, que monitora sete cidades próximas a Joinville, os números ainda são baixos. “Não fizemos nenhuma avaliação oficial, mas, aparentemente, os números são baixos. Claro que em Joinville isso é diferente devido ao tamanho da cidade”, disse.

Em São Francisco do Sul, a secretária da Saúde, Nadirinez Bolognini, também comemora os bons resultados. Atualmente, há apenas um caso suspeito na cidade. “Estamos monitorando cerca de 30 pessoas, mas nenhuma em estado grave”. O município chegou a registrar o caso de um indiano que chegou com sintomas no porto, mas o número não foi contabilizado. “Como foi uma pessoa de fora que entrou pelo porto, não contou para os nossos números”, disse. São Francisco do Sul não cancelou o desfile cívico de 7 de Setembro.

Nem mais grave, nem menos

A gripe A não é mais fatal no Brasil do que em outros países. O número de mortes no País (657), segundo a Organização Mundial da Saúde, não é um indicativo de que a doença seja mais fatal aqui do que em outros países.

De acordo com David Mercer, diretor regional do Departamento de Doenças Infecciosas da OMS, um dos fatores que explicam o índice de mortes é a transparência do governo em divulgar os casos.

“No Brasil e nos Estados Unidos, que registram os maiores números até agora, os governos são transparentes na divulgação dos dados”, diz Mercer.

O diretor considerou acertada a política do Brasil para a indicação do medicamento fosfato de oseltamivir (Tamiflu). O remédio é indicado somente para os pacientes com doença respiratória grave, pertencentes a grupos de risco.

Mercer alertou para a possibilidade de escassez de vacina contra a doença, por isso orientou para que os grupos de risco tenham prioridade na imunização. Por ser produtor, o Brasil estará numa posição melhor do que outros países, diz o diretor.

Tamiflu infantil

O Laboratório de Produção de Medicamentos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) está produzindo uma versão infantil, líquida, do Tamiflu.Os primeiros 1,8 mil frascos já foram entregues para a Secretaria Estadual da Saúde.

Boa notícia

O número de casos graves de gripe A no Brasil caiu por três semanas seguidas: de 1.165 entre 9 e 15 de agosto para 639 na semana seguinte e 151 na última semana. O Ministério da Saúde confirma a tendência de queda na circulação do novo vírus pelo País.

Cotidiano

Sem leitos na UTI emergência lota
Pacientes com quadro clínico grave e que deveriam estar na UTI ficam em quartos da emergência


Mesmo tendo sido denunciado em 25 de julho último que pacientes com um quadro clínico que recomenda internação no setor de UTI do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres estavam em leitos do setor de emergência, até agora nenhuma medida prática foi adotada e a situação crítica persiste, colocando em risco a vida de pessoas que necessitam de um atendimento emergencial.

Na noite da última terça-feira, ao chegar para seu plantão, o médico Paulo César da Costa Duarte constatou que todos os leitos do setor de emergência estavam com pessoas internadas e se ocorresse um acidente de trânsito, com feridos graves, não teria como prestar o atendimento correto. “Já foi feita a denúncia sobre esta situação e não fizeram absolutamente nada, aí eu e os outros médicos plantonistas chegamos para trabalhar e temos que resolver problemas que vão muito além da nossa competência”, reclamou o médico.

“Esta é uma situação insustentável e já procurei a direção do hospital, logo após iniciar meu plantão, e simplesmente não consegui contato”, disse, torcendo para que não chegassem pacientes em estado grave durante o período de seu plantão. “Não podemos negar atendimento e ao mesmo tempo corremos o risco de termos pessoas morrendo por falta de leitos na emergência”, enfatizou.

O médico afirmou que está encaminhando correspondências para o Conselho Regional de Medicina, Associação Médica e Ministério Público, denunciando que a situação na emergência do Nossa Senhora dos Prazeres persiste e que se uma medida urgente não for tomada, ele e outros profissionais que atendem no setor vão pedir demissão. “A cidade cresceu, mas a estrutura do hospital não e da maneira que está é impossível se realizar um trabalho correto”, informou o médico plantonista.

A diretora geral do hospital, irmã Nelsa Hackbarth, reconhece a deficiência de leitos de UTI no hospital e que, eventualmente, pacientes ficam recebendo o tratamento equivalente ao da UTI no setor de emergência. “Temos 10 leitos de UTI e realmente há dias em que eles não são suficientes, não atendem a demanda”, explicou a diretora do hospital.

Irmã Nelsa revelou que quando o número de pacientes é superior aos de leitos na UTI a primeira ação é buscar vagas em outros hospitais, inclusive em cidades como Curitibanos, Rio do Sul e Joaçaba. “O problema é que normalmente estes hospitais também estão com suas UTIs lotadas e não podem receber nossos pacientes”, relatou a irmã, ressaltando que no decorrer de ontem todos os pacientes que estavam no setor de emergência foram remanejados, liberando os leitos. “Conseguimos equacionar a situação enviando um para Rio do Sul e outro para o Tereza Ramos”, contou a irmã.

Ela reconhece ainda que não há perspectivas de solução deste problema a curto prazo, uma vez que o hospital não tem planos de aumentar o número de leitos na UTI. “Ampliar o número de leitos é relativamente fácil, o difícil é custeá-los depois e o hospital não dispõe de recursos para este fim”. 

Número de mulheres fumantes aumenta
O cigarro é um dos vícios mais populares e está em crescente evolução. O hábito avança entre as mulheres


Em todo o Brasil cresce o movimento contra o tabagismo, mas ao mesmo tempo o Ministério da Saúde já verificou o aumento do hábito de fumar entre as mulheres. Este é o caso de Lages, onde o avanço do tabagismo entre mulheres já foi identificado. Embora não haja levantamento sobre o número de fumantes locais, constata-se no dia-a-dia que a população feminina é uma grande usuária do tabaco, principalmente entre as adolescentes.

Um dos locais preferidos pelas jovens para o consumo de cigarro é a praça Jonas Ramos, que é transformada em “fumódromo”, com grupos de fumantes conversando e fumando. Evitando o nome completo, Ana,  Cristina e Daniele chegaram ao vício a partir de brincadeira. Dessa forma, Ana é fumante há três anos e não consegue largar o cigarro. Cristina não se considera viciada no cigarro, mas é fumante. Daniele não consegue ficar sem cigarro e está há um ano nesse vício.

O programa de antitabagismo que era desenvolvido em Lages não aconteceu em 2008 porque o governo federal deixou de oferecer o apoio com materiais impressos, com informações, e cancelou o envio de medicamentos. Esses recursos eram enviados ao Governo do Estado que os repassava aos municípios.

Agora, o que está sendo feito é com recursos próprios do município, como a Celebração do Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, quando a Secretaria da Saúde realizou uma “blitz” nas principais sinaleiras para repassar informações à comunidade, com foco no bom senso, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão.

Três ações anuais relacionadas ao tabagismo são realizadas pela Secretaria da Saúde, embora quem define as políticas nesse sentido seja o governo federal.

Alguns males do tabaco a seus usuários

A lista de problemas decorrentes do hábito de fumar é tão extensa quanto desconhecida da maioria, embora o assunto ocupe espaços na mídia, frequentemente, e seja comentado abertamente com o objetivo básico de alertar para o efeito do tabaco na saúde humana.

No fumo e  no cigarro existem várias  substâncias que podem provocar problemas graves e até prejudicar seriamente a saúde. Uma delas é o Formol que provoca câncer no pulmão e problemas gastrointestinais, de acordo com Joacyra Rodrigues, coordenadora do Programa de Redução de Danos.

O tabaco tem, ainda, a substância Amônia, componente que está diretamente ligado ao vício do cigarro. Usada na limpeza de banheiros, a Amônia provoca absorção da nicotina pelo organismo que ao habituar-se com essa substância acaba dependente.

Substância venenosa, o Fosfóro (P-4 e P6), usado para matar ratos,  está no fumo e causa tumor. A pólvora, componente que é adicionado ao cigarro para facilitar seu acendimento, provoca tosse.

Muito conhecida, mas poucos sabem que além de servir para remover esmalte de unhas, a Acetona também está presente no tabaco.

 

Reportagem especial

Ainda é cedo para baixar a guarda
Secretaria de Estado da Saúde recomenda manter cuidados para evitar que doença evolua e mate mais

O assunto deixou de ser o mais comentado nas esquinas. O calor dos últimos dias tem evitado aglomerações em lugares fechados. Mas o combate à gripe A tem que continuar. Embora não saibam quando, especialistas alertam que pode haver uma nova onda da doença.

No Terminal de Integração do Centro, em Florianópolis, por onde passam cerca de 120 mil pessoas por dia, em 15 minutos percebe-se que muita gente deixou de se preocupar com a gripe. Durante esse tempo, ontem e na sexta-feira, ninguém parou para desinfetar as mãos com o álcool em gel disponível no local para combater o vírus.

A procura pelo atendimento médico também diminuiu. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, o número de internações clínicas por gripe era 600 na primeira quinzena de agosto. Ontem, 315. No período, a quantidade de pessoas com problemas respiratórios na UTI aumentou. Passou de 45 para 79. Para a secretaria, é um indício de que os pacientes estão menos preocupados com a doença. Quando procuram ajuda, já estão gravemente doentes.

O pneumologista Roberto Hess de Souza, superintendente de Hospitais Públicos de Santa Catarina, ressalta que o momento é delicado porque o calor permite o relaxamento dos pacientes. Com base em pandemias como a gripe espanhola (a primeira onda foi de março a junho de 1918; a segunda, de agosto a novembro do mesmo ano), ele acredita em uma segunda onda da doença, apesar de a primeira não ter chegado ao fim:

– Pode ser em outubro, em novembro ou no ano que vem. Não se conhece o comportamento do vírus, mas estamos nos preparando para isso, principalmente porque é normal que a segunda onda mate mais.

Hess diz que o governo está em fase de contratação de 171 profissionais, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, para atender em hospitais catarinenses se essa nova onda chegar ao Estado.

Os 15 respiradores e os cerca de 30 monitores alugados para utilizar em casos de doenças respiratórias nas UTIs durante a pandemia não serão devolvidos.

O infectologista Marcelo Vieira destaca que, para haver uma nova onda, é preciso que, primeiramente, haja queda significativa nos casos. As recomendações de prevenção não mudaram e devem ser seguidas.

– Ao voltar, o vírus afeta quem não pegou antes ou, caso tenha mutado, pode atingir aqueles que já estiveram doentes. O importante é continuar se cuidando, porque o H1N1 ainda está em circulação – destaca.

O comportamento do vírus H1N1 no México leva especialistas a acreditarem que ele se prolifera nas estações frias. Se for assim, a probabilidade é de que a segunda onda chegue ao Estado no próximo outono, diz Roberto Hess.

Até lá, o Brasil deve ter vacina contra a gripe A. O médico lamenta que a medicação terá que ser destinada aos grupos de risco, como os doentes do coração (detalhes no box ao lado), já que 150 milhões de pessoas não poderão ser vacinadas por falta de capacidade de produção.

Os tipos de influenza, nome científico da gripe, são monitorados no país desde 2000. De acordo com o infectologista Luiz Gustavo Escada, o novo vírus, que também deve ser monitorado, por enquanto está em fase de adaptação ao corpo humano:

– Penso que essa nova onda é uma incógnita. Não se sabe quando existirá, muito menos se o vírus voltará mais ou menos agressivo.

No Estado, a gripe A já provocou a morte de 32 pessoas.

Onda de calor gera sensação de segurança

A balconista Marcia Schmitt chegava a sonhar que estava com gripe A. Faz duas semanas que o pesadelo não a atormenta mais. Em compensação, ela deixou de ser prevenida como era.

Usuária do terminal de ônibus do Centro de Florianópolis, ela é uma das pessoas que transitam pelo local e não utilizam o álcool, antes ou depois de andar de ônibus. Como tem bronquite, admite que, há duas ou três semanas, usaria o produto. Hoje, justificando que o calor amenizou a incidência da doença, ignora o recipiente. Atualmente, continua com o hábito de lavar bem as mãos.

– Estou mais tranquila por causa do calor. Já não tenho o mesmo medo de ficar doente e não me salvar da doença – diz Marcia.

O infectologista Luiz Gustavo Escada também sente uma certa despreocupação com a doença:

– Nos consultórios, a gente percebe que a procura em função da doença diminuiu. Mas haverá mais períodos de frio e a situação ainda não voltou ao normal. A melhor forma de prevenir, que é com a higiene básica, não deve ser deixada de lado em época nenhuma.

Nas farmácias também se vê a diferença. Na Capital, o atendente Clóvis dos Santos conta que, até meados de agosto, chegava a vender caixas com 50 máscaras para uma mesma pessoa. Agora, não vende mais de 10 avulsas. Com o álcool gel, a queda nas vendas não foi diferente: de três potes por dia, passou a vender um ou nenhum.

Em Joaçaba, no Meio-Oeste, a procura por máscaras e álcool em gel está em queda há duas semanas. A farmacêutica Deise Rosa, da Farmácia Preço Popular, diz que a redução chega a 90%.

– Teve dias em que todos os clientes entravam e pediam pelos produtos. Agora, depois que o pavor pela nova gripe passou, estamos há vários dias sem que alguém pergunte o preço e compre álcool – revela Deise.

Na Farmácia do Sesi também houve queda, segundo o farmacêutico Ricardo Lunkes.

Em Lages, na Serra Catarinense, a queda nas vendas de luvas descartáveis e máscaras em algumas farmácias chega a 80% em relação à semana passada. A comercialização de álcool em gel continua grande, segundo farmacêuticos ouvidos pela reportagem. Em São José, na Grande Florianópolis, as farmácias também estão registrando quedas nas vendas de máscaras e álcool gel. De acordo com Aline Gomes, atendente da Drogaria e Farmácia Catarinense, desde quinta-feira passada a procura pelos produtos diminui bastante.

– Há duas semanas chegamos a ficar zerados durante cinco dias. Nem na distribuição conseguíamos reposição. Mães estavam desesperadas e queriam comprar as máscaras para os filhos irem à escola. Hoje, se sair um produto por dia, é muito – diz.

Mortes no país chegam a 657

O Ministério da Saúde divulgou ontem um novo balanço sobre a gripe A no país. O número de mortes chega a 657.

Houve um acréscimo de cem óbitos em comparação com o levantamento da semana passada. Apesar do aumento no número de mortes, teve uma diminuição no número de pacientes com gripe A que evoluíram para casos graves.

Entre 23 e 29 de agosto, o ministério recebeu 151 notificações de casos graves da gripe A. De 16 a 22 de agosto, foram 639. “A análise epidemiológica dos dados permite concluir que a transmissão do novo vírus e os casos graves provocados por ele estão diminuindo no Brasil”, afirmou a pasta, em nota.

O número de casos confirmados da doença no país chega a 6.592.

Ontem, a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que o preço de uma dose da vacina contra a gripe A poderá variar de US$ 2,5 (R$ 4,70) a US$ 20 (R$ 37,70), dependendo da economia do país comprador.

– Os países de maior renda poderão pagar entre US$ 10 e US$ 20 a dose, os países com renda média pagarão mais ou menos a metade disso, e os países mais pobres pagarão a metade da metade – afirmou a médica Marie-Paule Kieny, especialista em vacinas da OMS.

Cerca de 30 protótipos de vacinas estão sendo desenvolvidos às pressas para combater a gripe A.

Cacau Menezes

Haja Viagra

A Pfizer, fabricante do Viagra, vai pagar uma multa recorde de US$ 2,3 bilhões (R$ 4,3 bi), informou, ontem, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A empresa foi condenada em uma ação civil e penal por promover a prescrição ilegal de remédios.

Depois dessa, vai ser preciso muito Viagra para levantar suas finanças.