PolÍtica Estadual da SaÚde Descentralizada

A saúde de Santa Catarina tratada com respeito.

Nos últimos dois anos, a administração estadual tem passado por uma grande mudança - a descentralização - uma mudança que atinge todas as áreas, todos os níveis do Governo.

Com a Secretaria de Estado da Saúde não poderia ser diferente. Assim depois de muitas análises, conversas, debates e consultas à comunidade, aos profissionais da área, gestores e colaboradores, a Secretaria elaborou a sua Política Estadual de Saúde Descentralizada.

Neste documento estão contidas as diretrizes que ajudarão a área da saúde a se adequar ao novo momento da administração estadual. Tudo com o intuito de atender de forma ainda melhor as necessidades da população catarinense.

São 6 eixos que têm como objetivo ampliar as possibilidades de investimentos na rede pública de todo o Estado. Com sua aplicação prática, a rede de saúde em Santa Catarina terá, com certeza, melhoria do acesso com aquisição de equipamentos e novos investimentos. E tudo isto resulta diretamente em um atendimento cada vez melhor de toda a população.

Conheça os 6 eixos da Política Estadual de Saúde Descentralizada em Santa Catarina.

 

INCREMENTO NO FINANCIAMENTO ESTADUAL PARA ASSISTÊNCIA NA FARMÁCIA BÁSICA Mais Detalhes

É responsabilidade do Estado o repasse de R$ 0,50 per capita/ano para a compra de medicamentos da Farmácia Básica. À União e aos Municípios cabem, respectivamente, R$ 1,00 e R$ 0,50. O Financiamento da Assistência Farmacêutica Básica é de R$ 2,00 per capita ano.

Em 2003 foi ampliado em 20%, passando para R$ 0,60 centavos.
Por iniciativa do Governo do Estado, para 2005 será reajustado para R$ 1,00 per capita
/ano.

Considerando o aumento da população de 2002 a 2005, isto significará um aumento de 108% no valor investido na área. Para 2005, a previsão é de R$ 6.166.700,00 em investimentos.

 

INCENTIVO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Mais Detalhes

Com o objetivo de aumentar a eficiência e eficácia do sistema hospitalar no Estado, a Secretaria de Estado da Saúde está investindo de 10% a 20% do teto PPI – Programação Pactuada Integrada. O investimento se dá na forma de incentivos financeiros, calculados de acordo com o porte das unidades hospitalares.

Com o incentivo fica assegurada uma receita adicional para as unidades hospitalares, que prestam serviços para o SUS – Sistema Único de Saúde.

O resultado esperado é a estruturação de uma rede hospitalar qualificada e integrada ao SUS ao mesmo tempo que possibilitará a modernização das unidades hospitalares.

O incentivo será da seguinte forma:

Hospitais de porte I - 10% do teto PPI

Hospitais de porte II - 15% do teto PPI

Hospitais de porte III - 20% do teto PPI

Hospitais de ensino (Fideps e Integraus) - 10% do teto PPI

O valor a ser investido nessa área em 2005 é de R$ 20.205.547,00.

 

AMPLIAÇÃO NO NÚMERO DE LEITOS DE UTI - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Mais Detalhes

De acordo com a legislação vigente, 4% dos leitos disponíveis nos Estados devem ser reservados às UTI’s. Assim, em Santa Catarina deveriam existir 585 leitos. Entretanto, hoje o Estado conta com 433 leitos, ou seja, um déficit de 171 leitos.

Para reverter esse quadro, a Secretaria de Estado da Saúde mapeou todas as unidades hospitalares, dividindo-as em microrregiões. Ao mesmo tempo, assumiu o compromisso de viabilizar a implantação dos 171 leitos necessários para cumprir com a legislação.

Os leitos serão distribuídos de forma que as regiões mais necessitadas recebam mais.

Em 2005 deverão ser investidos R$ 5.130.000,00 na implantação dos novos leitos de UTI.

REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES REGIONAIS COM AUMENTO DO NÚMERO DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS
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Para aumentar a oferta de serviços de média e alta complexidade em todas as regiões de Santa Catarina e garantir o acesso da população a esses serviços, a Secretaria irá investir neste ano R$ 12.445.458,93.

Com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais, estudo realizado por esta Secretaria apontou as regiões com menor oferta de serviços de MAC – Média e Alta Complexidade.

Os recursos* serão liberados para 8 macrorregiões, conforme segue abaixo:

Extremo Oeste    R$ 4.150.490,51        R$ 6,07 per capita

Planalto Serrano  R$ 888.075,08          R$ 2,98 per capita

Planalto Norte      R$ 664.990,94          R$ 2,95 per capita

Meio Oeste          R$ 1.509.920,17       R$ 2,58 per capita

Sul                      R$ 1.474.918,98       R$ 1,71 per capita

Vale do Itajaí        R$ 1.863.074,24       R$ 1,44 per capita

Nordeste              R$ 926.215,37         R$ 1,02 per capita

Grande Fpolis      R$ 967.773,65          R$ 1,06 per capita

* Os Municípios sem repasse tem seu teto alocado nos municípios sedes de módulo ou região.

DESCENTRALIZAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS, COM INVESTIMENTOS EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Mais Detalhes

Seguindo os parâmetros do Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde realizará investimentos em quatro regiões. As prioridades serão: Extremo Oeste, Planalto Serrano, Norte/Nordeste e Alto Vale do Itajaí.

Os recursos serão aplicados na compra de equipamentos de ressonância magnética, melhorando o acesso da população a esse tipo de exame. O valor aproximado para a aquisição de cada equipamento é de US$ 1.200.000,00.

Serão investidos mais de R$ 13.900.000,00 nesta ação.

REGULAÇÃO DO ACESSO DOS PACIENTES AOS SERVIÇOS DE SAÚDE Mais Detalhes

A garantia da Saúde das pessoas depende do acesso oportuno aos serviços e procedimentos necessários à recuperação da sua saúde.
Para isso, a Secretaria de Estado da Saúde implantará nas oito macrorregiões sistemas informatizados de marcação de consultas e exames com garantia de acesso para quem precisa.


O diagnóstico e os resultados de exames por imagem à distância também serão viabilizados com a instalação de uma rede de telemedicina com alta tecnologia.