Agilidade das motolâncias do SAMU salva bebê de engasgo em Camboriú

Um bebê de apenas oito meses viveu momentos de grande tensão na tarde desta terça-feira, 17. A criança se engasgou com um pedaço de plástico, no município de Camboriú. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado pelos familiares, assim que perceberam que a criança apresentava sinais claros de obstrução das vias aéreas, como dificuldade respiratória e ausência de choro.

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Foto: Divulgação SES

Para atender ao chamado, foram enviadas imediatamente motolâncias do SAMU, que chegaram ao local em aproximadamente quatro minutos. Em situações de engasgamento, o tempo é considerado crucial, especialmente quando envolve lactentes.

Ao chegar no local, a equipe constatou que o bebê estava com as vias aéreas obstruídas e iniciaram rapidamente a manobra de desengasgo de acordo com o protocolo exigido, aplicando as técnicas adequadas. Em instantes, o objeto foi expelido, permitindo o restabelecimento completo da respiração da criança.

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Foto: Divulgação SES

 

Após regulação médica e cuidadosamente avaliado pela equipe, que monitorou os sinais vitais e a frequência respiratória, o bebê apresentou quadro estável, e foi liberado no próprio local, sob orientação aos familiares quanto à observação nas horas seguintes.

“A ocorrência evidencia como o modelo de atendimento com motolâncias amplia a capacidade de resposta do serviço de emergência, oferecendo intervenção imediata e aumentando significativamente as chances de sobrevivência em casos críticos”, ressaltou o superintendente de Urgência e Emergência, Marcos Fonseca.

Com atendimento ágil e eficaz, a resposta das motolâncias do SAMU foi determinante para o desfecho positivo da ocorrência registrada em Camboriú.

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Foto: Divulgação SES

 

Engasgo em bebês

O SAMU adotou, desde dezembro, um novo protocolo para atendimentos de casos de engasgo. De acordo com a atualização, em bebês com menos de 1 ano,  deve-se alternar cinco golpes nas costas com cinco compressões no peito, utilizando a base da palma da mão, até que o corpo estranho seja expelido ou até que a criança perca a consciência.

A medida busca aumentar a eficácia do procedimento e reduzir o risco de lesões. Em menores de um ano, as compressões abdominais são proibidas devido à possibilidade de danos a órgãos internos.

Em situações de engasgo, a orientação é manter a calma e acionar imediatamente o número 192. Profissionais capacitados prestam orientações por telefone até a chegada da equipe ao local.

 

Mais informações:
Daniela Melo
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 99134-4078
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